Doutor Geraldo médico anestesista anestesiou o Estado, até quando iremos viver essa barbárie?

Doutor Geraldo médico anestesista anestesiou o Estado, até quando iremos viver essa barbárie?

Estarrecedora a situação que estamos vivendo, 13 mortos em chacinas em Campinas, 10 ônibus queimados na Capital, até onde irá o descontrole e inércia do Estado , em contrapartida, até onde vai o controle do crime organizado.

Doutor Geraldo , médico anestesista anestesiou o Estado, até quando iremos viver essa barbárie?

Saliente-se que nenhuma van foi incendiada e todos nos sabemos que em sua maioria esse serviço- na região metropolitana de Campinas – sempre foi controlado pelo PCC.

É muito provável que com a ida do Dr. Ruy Fontes para o DEIC as coisas comecem a melhorar, termine a letargia desse Departamento que já foi um dos mais respeitados da Polícia Bandeirante , mas que nos dias atuais encontra-se relegado ao ostracismo. Talvez ,  termine a busca desenfreada e frenética pelas Câmeras de televisão e se passe a trabalhar sem espetacularização.

Deixo claro que nem sequer conheço Dr. Ruy, mas o respeito como ser humano e Policial.

Por outro aspecto,  penso que em Campinas já passou da hora da troca de comando da Policia Civil, mas aparentemente o Deputado Campos Machado não permite a troca por ser amigo do atual Diretor;  preocupado não com a população, mas com seus interesses políticos-partidários.

Absurdamente, e  quando estou em determinado dia no Hotel Mofarrej e vejo chegar o Secretario de Segurança Publica para conversar com Campos Machado, vejo com pesar como as coisas mudaram, pois algum tempo atrás era o politico que ia ao Secretario e não o contrario, definitivamente o saquinho esta comendo a pipoca.

Enquanto isso,  o Delegado Geral de Policia continua a curtir suas férias nos Estados Unidos, ou chegando, mas afinal a Policia Civil esta motivada ganhando salario digno, sem perseguições, sem ninguém sendo demitido politicamente, não e verdade Delegado Conde Guerra?

O Conselho agindo sem pressões sendo ágil em suas decisões de absolver os inocentes mesmo contrariando interesses menores de desafetos, estou errado Dr. Guerra?

A meu sentir com o atual Desgoverno Paulista infelizmente não vejo nenhuma solução, e a única luz no fim do túnel é o trem que vem nos atropelar.

Por: João Alkimin é radialista – Flit Paralisante

Marta Suplicy (PT) é condenada por improbidade e tem direitos políticos suspensos

Marta Suplicy (PT) é condenada por improbidade e tem direitos políticos suspensos

Ex-prefeita de São Paulo foi denunciada por irregularidades em contrato de R$ 176 mil com ONG para promover ações de educação sexual;

Lilian Venturini e Luciano Bottini Filho – O Estado de S. Paulo

A ex-prefeita Marta Suplicy (PT) foi condenada pela Justiça de São Paulo por improbidade administrativa em razão de um contrato firmado sem licitação, durante sua gestão na Prefeitura de São Paulo (2001-2004). Em decisão de primeira instância, o Juiz Alexandre Jorge Carneiro da Cunha Filho, da 1ª Vara de Fazenda Pública, condenou a ex-prefeita a suspensão dos direitos políticos por três anos e ao pagamento de multa no valor de 50 vezes a sua remuneração como prefeita.

Ed Ferreira/Estadão
Ex-prefeita de São Paulo vai recorrer de condenação, sua segunda envolvendo a ONG

Na decisão, da última quarta-feira, 9, o Justiça acatou a denúncia do Ministério Público de São Paulo, que apontou irregularidades na contratação, em 2002, de uma ONG para assessorar o desenvolvimento de ações referentes a planejamento familiar, métodos contraceptivos, questões de sexualidade nas subprefeituras de Cidade Ademar e Cidade Tiradentes. O juiz estende a condenação também a então secretária de Educação Maria Aparecida Perez. A defesa de Marta Suplicy informou que vai recorrer, já que contrato semelhante foi considerado legítimo pela Justiça (leia abaixo). A defesa de Maria Aparecida não foi encontrada para comentar o caso.

De acordo com a promotoria, o contrato de R$ 176,7 mil com o Grupo de Trabalho e Pesquisa de Orientação Sexual (GTPOS) é irregular por ter sido firmado sem a realização de licitação. A secretaria teria desconsiderado também os requisitos necessários para a dispensa da pesquisa de preços. “Houve infração do princípio da moralidade, já que a ré Marta Suplicy, prefeita de São Paulo à época da celebração do contrato, era intimamente ligada à entidade contratada”, acrescenta o juiz na sentença, de novembro de 2013.

Na ocasião da denúncia, os advogados de Marta Suplicy e da secretária de Educação defenderam a legalidade do contrato. Sustentaram ainda que os serviços foram devidamente prestados pela ONG.

Para o juiz, no entanto, o serviço poderia ser realizado por outras empresas, o que indica a necessidade da realização de consulta de interessados ou de pesquisa de preços, como prevê a lei de licitações. “A ausência de tal consulta, no caso, implicou a violação ao princípio da isonomia, que deve pautar a relação entre particulares prestadores de serviço e o Poder Público com o qual pretendem contratar, além da impessoalidade, já que a entidade contemplada com o contrato questionado fora fundada pela chefe do Executivo em cujo mandato se deu a celebração do respectivo instrumento.”

O juiz destacou também o fato de Marta Suplicy ter sido sócia fundadora da GTPOS e, por essa razão, infringir o critério de imparcialidade exigido nesse tipo de contrato. Ele ressalta, porém, que não se verificou indícios de prejuízos aos cofres públicos e os réus não serão condenados a ressarcir o governo municipal. “Por outro lado, ressalvo que a ausência de comprovação de dano ao erário não afasta a configuração de ato de improbidade administrativa”, afirma.

A ONG, por sua vez, foi condenada a pagamento de multa no valor de 10% do valor do contrato original e fica proibida de firmar contratos com o poder público ou receber incentivos fiscais por três anos. De acordo com a defesa da GTPOS, que vai recorrer da decisão, a licitação era dispensável em razão da natureza do serviço prestado e pelo fato de a ONG ser entidade sem fins lucrativos, condições previstas na legislação.

Segundo caso. A contratação da mesma organização já foi alvo de outra denúncia do Ministério Público, também envolvendo Marta Suplicy e Maria Aparecida Perez. A petista e a ex-secretária chegaram a ser condenadas por improbidade, mas foram absolvidas em segunda instância, em junho de 2011. O MP questionou a ausência de licitação para um contrato de R$ 2,029 milhões, mas a dispensa foi considerada correta.

Bombeiros são processados por postagem no Facebook

 Bombeiros são processados por postagem no Facebook.

Se julgados culpados, os soldados poderão sofrer de um a quinze dias de prisão administrativa

Uma postagem no Facebook foi a causa de um processo administrativo disciplinar contra quatro soldados do Corpo de Bombeiros do Espírito Santo (CBMES). Decepcionada com o aumento salarial concedido aos cabos e soldados no final do ano passado, uma soldado postou em sua página pessoal da rede social que estava “se sentindo triste” com a desigualdade do reajuste dentro da corporação. “30% para os oficiais e 3% para os soldados”, escreveu.

A mensagem da soldado foi curtida e comentada por outros militares, que insatisfeitos com o aumento de R$ 17 nos salários decidido no final de 2013, discutiram no espaço de comentários a possibilidade de estudar para fazer um concurso e poder sair do Corpo de Bombeiros. “Quem se rasga nas ruas são os praças, mas quem recebe os frutos são os oficiais”, diz um deles. Outro soldado afirma “isso só me incentiva a estudar e procurar algo melhor”.

Essa conversa, que aconteceu no dia 20 de dezembro do ano passado, faz parte agora de um processo administrativo. Nele, os soldados são acusados de desprestigiar a corporação, promover manifestação de caráter reivindicativo e discutir publicamente assunto de segurança publica.

Todas essas infrações são previstas no Regulamento Disciplinar dos Militares do Espírito Santo, mas o caso levanta a discussão sobre o uso das redes sociais pelos militares.

Para o presidente da Associação dos Bombeiros Militares do Espírito Santo (ABMES), sargento João Batista, o processo contra os soldados é infundamentado. “O que eles fizeram não chega nem a ser uma mal-criação, muito menos deve ser tratado como transgressão ao Regulamento”, afirma.

Para o sargento, esse processo seria uma tentativa de calar a tropa. “Eu não vejo motivo para essa perseguição. O Regulamento não está sendo usado para o bem comum e sim para manter uma ditadura corporativa”.

Segundo a ABMES, que presta assessoria jurídica aos envolvidos, o processo está em estado inicial e a decisão da Corregedoria do Corpo de Bombeiros deve ser revelada em um pouco mais de uma semana. “Os acusados acabaram de entregar as defesas prévias e as testemunhas estão sendo chamadas para depor”, explica o sargento João Batista.

Ainda segundo o sargento, a punição para quem infringe o Regulamento Disciplinar depende do histórico de cada soldado e pode ir de um a quinze dias de detenção administrativa (quando a pessoa passa apenas o dia na prisão e volta pra casa a noite).

O comando do Corpo de Bombeiros foi contactado mas preferiu não se manifestar antes da conclusão do processo. Por meio de nota, o Corpo de Bombeiros informou apenas que o caso está sendo apurado pelo 1º Batalhão.

Repressão a manifestações

Em novembro do ano passado, o comando geral do Corpo de Bombeiro do Espírito Santo enviou um comunicado, na rede interna da corporação, proibindo atos públicos direcionados ao Governo do Estado sem aviso prévio aos superiores. A mensagem gerou uma repercussão negativa entre os militares. Alguns profissionais interpretaram o aviso como restrição à liberdade de manifestação.
Na ocasião o comandante do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Edmilton Ribeiro Aguiar Junior, informou que explicitou no comunicado interno o que está contido no Regulamento Disciplinar da Corporação.
Fonte: A Gazeta –

“Rolezinho” pela extinção da Polícia Militar

Um grupo que defende a extinção da Polícia Militar marcou, por meio do Facebook, um “rolezinho” no shopping Leblon, na zona sul do Rio, no próximo domingo (19).

O evento, dizem os organizadores, será em solidariedade aos participantes de eventos semelhantes em São Paulo, que vêm sendo proibidos pela Justiça e reprimidos com violência pela PM.

“Em apoio à galera de São Paulo, contra toda forma de opressão e discriminação aos pobres e negros, em especial contra a brutal e covarde ação diária da polícia militar no Brasil, seja nos shoppings, nas praias ou nas periferias”, escreveram os criadores do evento, que até o início desta segunda-feira, já tinha quase 4.000 confirmações de presença e quase 45 mil convidados.

Estado de SP proíbe fabricação e venda de arma de brinquedo

Estado de SP proíbe fabricação e venda de arma de brinquedo.

Lei foi promulgada pela Assembleia após veto de Alckmin; multa chega a R$ 20,1 mil

Victor Vieira – O Estado de S. Paulo

Estão proibidas a fabricação e a venda de armas de brinquedo no Estado de São Paulo, de acordo com lei promulgada pela Assembleia Legislativa no Diário Oficial desta terça-feira, 14. A norma, proposta para reduzir o número de crimes com uso de réplicas, entra em vigor no prazo de 60 dias e será regulamentada pelo governo estadual no período.

O projeto havia sido enviado ao Executivo em fevereiro de 2013, mas o governador Geraldo Alckmin (PSDB) optou pelo veto, sob justificativa de que o Estatuto do Desarmamento de 2003, lei federal, já veta fabricação e comércio das armas de brinquedo. De volta à Assembleia, o veto foi derrubado pelos deputados e não houve nova manifestação do governador. Diferentemente do Estatuto, a norma prevê multa em caso de descumprimento: R$ 20,1 mil.

“A intenção é evitar que os bandidos tenham acesso e prevenir assaltos”, explica o deputado André do Prado (PR), autor do projeto. Além daqueles idênticos às armas reais, ele defende a restrição até de brinquedos coloridos e pistolas de água. “Devemos acabar com a cultura da violência”, diz.

Em setembro do ano passado, o governo do Distrito Federal sancionou lei que proíbe a fabricação, a distribuição e o comércio de armas de brinquedo. A restrição vale para produtos que emitem sons, disparam bolas, espumas, luz e laser. A norma prevê multas entre R$ 5 mil e R$ 100 mil, além de suspensão de atividades por 30 dias ou cassação de licença de funcionamento.

Impactos na criminalidade. Para Bruno Langeani, um dos coordenadores do Instituto Sou da Paz, é preciso retirar de circulação as armas, réplicas ou verdadeiras, para mudar a sensação de insegurança. “E o esforço deve ser mais em fiscalizar o comércio do que as fábricas, já que boa parte dos brinquedos é importada”, afirma. Levantamento do instituto no ano passado revelou que 28,4% das armas apreendidas na capital em 2011 e 2012 eram simulacros ou de brinquedo.

Para o coronel da reserva José Vicente Silva Filho, especialista em segurança, a regra terá pouco efeito prático. “Se o contrabando de armas reais já é tão grande, a lei será inócua.” Em nota, a Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedos disse que há 18 anos a indústria nacional não produz esse tipo de mercadoria. O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia não certifica brinquedos que possam ser confundidos com armas.

Estímulos e riscos. Na opinião de Maria Ângela Barbato Carneiro, coordenadora do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar da PUC-SP, usar armas de brinquedo é natural entre as crianças, mas pode ser perigoso. “Jogos de vilões e bandidos se repetem pelas gerações. O problema é que hoje a sociedade está muito violenta, por isso esses brinquedos podem prejudicar”, avalia. Para ela, no entanto, o estímulo da televisão, internet e vídeo-games têm efeitos mais fortes que revólveres e espadas de brinquedo. “Além disso, o controle sobre as mídias pelos pais é bastante difícil”, diz.

Ivani Diniz, de 48 anos, relata que nunca comprou brinquedos parecidos com armas para os filhos, que hoje tem 16 e 12 anos. “Sempre fomos contra porque esses brinquedos envolvem poder e também são uma forma de agressão”, afirma a pedagoga. Ela defende a restrição mesmo dos brinquedos que não se assemelham às armas verdadeiras, com cores e sons diferentes. “Nada que estimule a violência”, diz

Collor diz que mudança na segurança pública é troca de “seis por meia dúzia”

Senador voltar a atacar o governo Vilela com críticas ao novo secretariado.

Durante o festejo de Santo Amaro, em Paripueira, o senador Fernando Collor de Mello (PTB) foi um dos personagens políticos do Estado que foram convidados pelo prefeito do balneário Abraão Moura (PP) para participar do encontro. Entre os diálogos de diversas lideranças políticas que se encontravam no município o tema principal foi as eleições 2014.

O senador Fernando Collor voltou a afirmar que o palanque da presidente Dilma deve manter a unidade da base governista federal em Alagoas e ter apenas um único candidato. Ainda sobre essa condição, o senador considera o nome do senador Renan Calheiros (PMDB) como ideal para liderar as oposições no Estado.

A unidade citada por Collor parece que não deve se concretizar, já que o líder do PP em Alagoas, Benedito de Lira, sigla que também faz parte do governo Dilma, desde o ano passado salientou que é um nome consolidado na disputa para o Palácio República dos Palmares.

(Jornal Extra de Alagoas)